(Resenha) Por toda Eternidade


       
ISBN: 9788501098351
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2013
Páginas: 368
O amor é um sentimento tão duplo, triplo. A gente ama muito, a ponto de fazer qualquer coisa, qualquer coisa mesmo. Até que em um belo dia, a gente se machuca, a gente sofre. Mais a gente perdoa, sempre que alguém nos machuca a gente perdoa, pode passar dias, anos , meses, mais a gente perdoa. Quer crescer? Perdoe. Perdoar é preciso.
Como dizem por aí, o pior tipo de cego é aquele que não quer ver. Todos os indícios de que não estavam levando a adaptação muito a sério estava na nossa cara, mas nós, fãs apaixonados pelos livros da Richelle Mead, não queríamos enxergar. O primeiro trailer (assista aqui) do filme até que foi bacaninha (mesmo já dando para perceber um certo ar Mean Girls), no final dele teve a coisa da rosa, do sangue que dava um certo ar sombrio e de seriedade.  Mas depois disso tudo desandou e quando saiu aquele poster verde e rosa com cara de propaganda da Mangueira (escola de samba carioca) todos os fãs deveriam ter notado de vez que não seria uma boa adaptação. Mas só acreditamos quando quebramos a cara, então... Ainda esperava que seria bom e tinha que conferir.

Vamos falar sobre o filme em si agora. Não vou resumir história, apesar de contar algumas coisas, mas a sinopse está logo abaixo.

Sinopse: O filme é uma adaptação da série best-seller ‘Academia de Vampiros‘, de Richelle Mead. Com direção de Mark Waters (Minhas Adoráveis Ex-Namoradas, Meninas Malvadas), o filme apresenta as primeiras aventuras de Rose Hathaway (Zoey Deutch), uma dhampir — meio vampira, meio humana — no treinamento para ser a guardiã de sua melhor amiga, a princesa Lissa Dragomir (Lucy Fry), única herdeira das 12 famílias da realeza Moroi, pacíficos vampiros mortais. (http://cinepop.virgula.uol.com.br/)


Então fui eu, a garota apaixonada pelo elenco (mais detalhes sobre isso depois) assistir um dos filmes mais esperados e logo no começo toca uma musiquinha tipica de filme de colegial americano, que dizia alguma coisa sobre Bad Girls. Pensei, ah! É só uma música o filme não vai seguir essa linha...

Então fui eu, a garota apaixonada pelo elenco (mais detalhes sobre isso depois) assistir um dos filmes mais esperados e logo no começo toca uma musiquinha tipica de filme de colegial americano, que dizia alguma coisa sobre Bad Girls.
Pensei, ah! É só uma música o filme não vai seguir essa linha...Então fui eu, a garota apaixonada pelo elenco (mais detalhes sobre isso depois) assistir um dos filmes mais esperados e logo no começo toca uma musiquinha tipica de filme de colegial americano, que dizia alguma coisa sobre Bad Girls. Pensei, ah! É só uma música o filme não vai seguir essa linha... Mas aí as coisas realmente começaram a piorar muito. A história realmente começa como a do livro, Rose e Lissa juntas fugindo dos guardiões da escola da qual fugiram e depois tentando fugir dos guardiões que finalmente as encontraram(uffa!). Zoey Deutch como sempre uma ótima atriz, mas Lucy Fry que, fisicamente, era a Lissa perfeita na atuação deixou muito a desejar. Sabe aquela atriz sem expressão facial? Ela. Para piorar a situação você percebe de cara que o produtor não quis dar a adaptação o mesmo ar sombrio dos livros. E as lutas? Primeiro contato Rose x Dimitri e a "luta" dos dois foi pra lá de irreal, de mal executada. Me senti jogando vídeo game.

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